Qual o papel de um consultor?

consultor

Existe uma discussão muito grande no mercado sobre o real papel de um consultor. Para que serve esse profissional em uma relação de trabalho? Ele deve tomar decisões? Assumir responsabilidades pela empresa? Dar a palavra final sobre os caminhos que a empresa deve seguir?

Claro que há divergências nas respostas a estas questões. Este texto visa responder a algumas delas, sob o ponto de vista da C8L!. Temos consciência de que há diversas outras formas de trabalho disponíveis no mercado, e não há um caminho certo ou errado. São apenas filosofias de trabalho diferentes. Temos ciência de que o mercado de consultoria cresce cada vez mais, e muita gente boa tem aparecido no cenário.

Sendo assim, aproveite o texto e ao final deixe seu comentário sobre suas experiências anteriores com empresas de consultoria, ou expectativa de em breve trabalhar com uma.

Por que é importante ter um consultor?

Em primeiro lugar, é importante destacar que nem toda empresa precisa de um consultor externo. Muitas vezes, existe uma estrutura interna na organização capaz de suprir todas as necessidades diárias. Entretanto, em um mundo cada vez mais especializado, isso tem sido muito difícil, uma vez que o custo de ter profissionais de ponta em cada área é bastante alto para a empresa.

Apenas para efeito de ilustração, imagine que você vai fazer uma viagem com alguns amigos durante alguns dias. Ou seja, vocês alugarão uma casa na praia e resolveram distribuir as tarefas. Chegando no local, será necessário fazer algumas atividades, para poder aproveitar tudo que a casa tem de bom:

  • Programar o Roteador de Internet
  • Instalar o cabo da TV
  • Encher a piscina e mantê-la limpa
  • Limpar a casa diariamente
  • Cozinhar em todas as refeições, e lavar a louça após comer
  • Lavar e passar toda a roupa das pessoas presentes, inclusive a roupa de cama
  • Manter o estoque de alimentos e bebidas
  • Podar as plantas, para que as folhas não caiam na piscina
  • Limpar o jardim para manter a fachada bonita
  • Cuidar da manutenção de todas as cadeiras de praia e do guarda-sol

Além de tudo isso, vocês querem aproveitar a praia, piscina, churrasco, curtir os amigos… difícil né? Talvez seja possível fazer algumas das atividades acima, provavelmente a maioria, mas realizar todas as tarefas o tempo todo demanda muito tempo e esforço.

Em uma empresa funciona mais ou menos da mesma forma. Imagine uma indústria, por exemplo. Além de cuidar de todos os processos pertinentes à produção, ainda tem o marketing, RH, finanças, tecnologia, segurança, limpeza, atendimento ao cliente, entre outras atividades. É muita coisa para uma empresa só, e provavelmente algumas dessas atividades serão delegadas a outras empresas, e é aí que entra o papel do consultor.

Consultoria é diferente de terceirização

Ao contrário do que muitos pensam, contratar um consultor não é terceirizar uma atividade. O processo de consultoria na verdade é uma atividade de apoio, um auxílio ao gestor para que ele possa focar seu tempo no desenvolvimento de seu core business. Para uma empresa que tem muitas decisões diárias a tomar, é importante ter parte do caminho já percorrido por alguém.

O papel do consultor, a priori, é indicar as possibilidades para a empresa que o contratou e deixar que esta tome as decisões necessárias. Dessa forma, o trabalho em equipe é potencializado e diferentes pontos de vista podem criar soluções melhores do que uma visão solitária. Vamos a uma situação hipotética para entendermos melhor esta relação.

Dono de uma empresa prestadora de serviços na área de contabilidade, o empresário João da Silva quer ampliar a atuação do marketing de sua empresa. Ele possui alguma experiência no assunto, já desenvolveu algumas campanhas, porém passa a maior parte do seu dia estudando a atualização de leis e impostos. Será que o João terá tempo hábil para pesquisar todas as ferramentas disponíveis no mundo do marketing e ver qual é melhor para ele? Ou uma empresa de consultoria em comunicação e marketing, que faz diariamente este trabalho, poderá já entregar um catálogo de opções para ele apenas decidir, de acordo com o orçamento dele?

Da mesma forma, João quer economizar com papel e digitalizar seus processos, integrar seus sistemas e tornar o armazenamento de dados mais seguros. Ele tem condições de avaliar as soluções em tecnologia do mercado ou precisa de alguém especializado para lhe indicar o caminho?

Contrate uma empresa de consultoria para investir em um facilitador, que oferecerá caminhos a serem percorridos pelas empresas sem que estas desviem de suas atividades.

Um consultor não toma decisões

Ao contrário do que muita gente pensa, ter um consultor não é ter alguém externo que começará a tomar decisões em nome da sua empresa. Em momento algum você perderá o controle sobre a gestão de seus recursos e do caminho que sua empresa percorrerá, não importa a área. Cabe a este profissional, como o nome mesmo diz, oferecer um processo consultivo – ou seja, a visão técnica e profissional dele será requirida.

Entretanto, em que pese o grande valor das opiniões profissionais de um consultor, a decisão nunca é – ou ao menos não deveria ser – dele. Um dos elementos mais importantes que discutimos nessa relação é o leque de opções que a consultoria oferecerá para a empresa. Projetos de escopo aberto, neste sentido, são mais fáceis de gerenciar. Eles são adaptáveis às mudanças de rota que podem ocorrer no meio do processo, mas mantêm uma previsibilidade de orçamento, para não haver nenhuma surpresa na hora do faturamento.

Outro elemento a ser detalhado logo no início da contratação de um consultor é o cronograma do trabalho. Assim, todas as decisões terão tempo para discussão, reflexão e até mesmo ajustes. Um dos problemas mais comuns na relação empresa – consultoria é exatamente a falta de planejamento. Por isso, muitas decisões ficam para a última hora, ou as soluções apresentadas são incompletas, o que gera problemas na execução.

Principais vantagens de ter uma consultoria externa

Assim, São muitas as vantagens de se ter um consultor externo. Algumas chamam mais a atenção, e a principal delas é ter alguém especializado no assunto podendo auxiliar a sua empresa. Do mesmo modo, um olhar externo pode ajudar a enxergar sua empresa sem vícios.

Por mais que um consultor talvez esteja alheio a questões importantes como a cultura organizacional, ainda assim é melhor contar com uma análise sem vícios. Nessa linha, uma consultoria em RH, por exemplo, conseguirá tomar decisões como demitir funcionários antigos de forma muito mais técnica, sem apego emocional. Um consultor em marketing pode indicar a descontinuidade de uma marca ou linha de produtos sem nenhuma relação afetiva, apenas analisando o potencial de mercado.

Igualmente, um profissional de tecnologia terá um escopo aberto de oportunidades à sua frente, sem se limitar ao que já foi tentado na organização anteriormente.

A economia em termos de salários e encargos trabalhistas também não deve ser desprezada. Uma consultoria que aloque 5 profissionais altamente especializados para realizar uma determinada tarefa provavelmente é mais barata do que contratar cinco pessoas do mesmo nível. Além disso, a flexibilidade de encerramento do contrato não sofre com os altos custos de demissão, no caso de uma equipe própria. Fora isso, sua empresa ainda consegue economia com equipamentos, mobiliário, energia, entre outras despesas que são de certa forma absorvidas pela consultoria e sua operação.

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